
Foto: Autor e título desconhecidos
Carla e Alexandre tinham em comum muitos pontos de vista e certa afinidade de perspectiva e estilo de vida. No caso de Alexandre isso era resultado de sua infância e de intermináveis buscas para dar sentido as coisas entre ele e o lado mais emocional da vida. No caso de Carla, ela parecia simplesmente ter herdado a característica do avô. Tudo quando ele havia lhe ensinado, trazia consigo e sempre lhe fora, de muita valia para a formação de seu caráter. Ela não contara sobre o Alexandre a ninguém e não falava de seus sentimentos por ele se pudesse evitar, coisa que na maior parte do tempo conseguia. E, se ela se abria para alguém, era para Dayse. Dayse trabalhava na casa há muitos anos e era sua confidente, além de muito querida e amada por todos. Contava-lhe sobre o que acontecia entre eles e Dayse a ouvia com certo ar de preocupação. Por vezes tentou alertar Carla sobre as impossibilidades deste amor, pois temia vê-la sofrer. Mas, compreendera que qualquer tentativa era em vão. Carla já estava apaixonada e mantia segredo quanto este seu amor proibido. Alexandre tinha uma visão interessante sobre a vida. Como alguém que observa tudo à distância, disposto a ver o jogo do sistema, mas não a entrar nele. Tinha um total controle emocional sobre tudo que o rodeava, ao contrário de Carla que se envolvia muito com seus sentimentos e expressava isso sem qualquer constrangimento. De tudo o que haviam vivido restou-lhe as recordações das vezes em que haviam se tocado, beijado e feito amor. Levou muito tempo para que Carla se acostumasse a viver sem seu carinho. Embora sentisse muito sua falta, a ausência de Alexandre era um fato que agora aceitara...O segundo encontro deu-se um mês após o primeiro. Dias de grande espera, por fim ele chegou e estavam com tantas saudades que fizeram amor assim que a porta se fechou atrás deles. Seus corpos tímidos e desejosos um do outro, que não podiam se desgrudar. Olhares tão apaixonados que brilhavam insensatez. Ele a grudou na parede e a beijou alucinadamente, num beijo macio, um beijo que não ficou apenas na boca. Contornava todo o pescoço dela, percorria sua nuca escorregando para o ombro e terminando em seu colo. Enquanto a beijava suas mãos deslizavam sobre a lateral de seu corpo. Tocava suas pernas, alisava suas coxas, de forma carinhosa, mas ao mesmo tempo intensa e ela adorando tudo aquilo, sentindo suas pernas bambas e a carne trepidar. Alexandre a tirou do chão e Carla o abraçou com as pernas. Com uma das mãos ele apertava-lhe as nádegas e com a outra percorria toda a parte interna de suas coxas até tocar-lhe intimamente, sentindo ainda por cima de sua calcinha o quanto a deixava molhada. . De uma forma maravilhosa a explorava, tocando-a com os dedos carinhosamente e fazendo-a rebolar em sua mão e gemer de tanto prazer, até que gozasse. Estavam tão colados um no outro que parecia um só. Alexandre beijou-a deliciosamente enquanto a fazia sentir todo o seu tesão por ela. Seu pênis sendo esfregado nela, ainda por baixo da calça. Carla o alisava e ele gemia de tesão em seu ouvido. Gemia tão gostoso que a deixava louca. Ninguém gemia tão gostoso quanto ele e enquanto gemia dizia que a amava, que era louco por ela e o quanto era gostosa..."Carlinha...minha Carlinha...como tu és gostosa minha Carlinha...Sou louco por ti...Como eu te amo". Carla deixou que seu corpo escorregasse no dele, abriu-lhe a braguilha e o fez louco em suas mãos até que não agüentando pediu que o colocasse em sua boca. Como ela achava lindo quando ele lhe pedia assim. Parecia um menino...Carla realizava todos os seus desejos e fazia com amor e prazer, não havia limites quando o amor acontecia. Assim o fez de uma forma carinhosa, chupando-o com gosto, passando-o em seu rosto, em seu colo, em seus seios...mas não queria que ele gozasse ainda e ao perceber que estava quase..."Carla meu bem! Não pare! ..."Não quero que goze agora, querido! Vem..." Dirigiu-se a mesa, sentou-se sobre ela, colocou seu corpo para trás, dobrou as pernas e pediu: "Tire minha calcinha!" "Alexandre estava enlouquecido e rapidamente tiro-lhe a calcinha e a acariciava com sua língua a deixando em êxtase. Ele era maravilhoso e a fez gozar por várias vezes e já não aguentando de tanto tesão um pelo outro, finalmente a penetrou. Carla já totalmente entregue à Alexandre, enlaçou suas pernas em seu pescoço e pediu que a fizesse gozar como nunca. Ele sabia fazer-lhe sua e tinha completo domínio na forma de dar-lhe prazer. A penetrou de uma forma esplêndida e maravilhosa, mas manifestou seu desejo de gozar de uma outra forma. Então a virou de costas para ele, a debruçou sobre a mesa, colou seu corpo no dela e novamente a penetrou com gosto e desejo. E gozaram num momento único!..."Carla, como te amo meu bem!"..."Eu também te amo meu amor...te amo meu amorzinho...você é o meu amorzinho!"..."Minha Carlinha...minha linda!" ..."Meu Alexandre!"
Ouvindo: "One more time" (Laura Pausini)